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	<title>homositius &#187; Saúde</title>
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	<description>O teu blog de cultura LGBT</description>
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		<title>Clamídia &#8211; Doenças Sexualmente Transmissíveis</title>
		<link>http://www.homositius.com/2009/11/08/clamidia-doencas-sexualmente-transmissiveis/</link>
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		<pubDate>Sun, 08 Nov 2009 18:31:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[DSTs]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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		<description><![CDATA[Clamídia A Clamídia é uma doença sexualmente transmissível (DST), causada pela bactéria Chlamydia trachomatis. Sintomas Os sintomas da clamídia são semelhantes ao da gonorreia, no entanto a clamídia em mais de 50% dos casos nos homens e 70% não se manifesta. - Homem - Ardor ao urinar. Corrimento através da uretra. Extremidade do pénis inchada [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="pie-img" src="http://lh4.ggpht.com/_8t0u2qxbLUI/SvcU1bYLl-I/AAAAAAAAAbg/9TIULtjPsnQ/clamidia_imagem.jpg?imgmax=400" alt="clamidia_imagem.jpg" width="400" height="273" /></p>
<p style="text-align: center;"><span id="more-394"></span></p>
<h1>Clamídia</h1>
<p>A Clamídia é uma doença sexualmente transmissível (DST), causada pela bactéria <em>Chlamydia trachomatis</em><em></em>.</p>
<h2>Sintomas</h2>
<p>Os sintomas da clamídia são semelhantes ao da gonorreia, no entanto a clamídia em mais de 50% dos casos nos homens e 70% não se manifesta.</p>
<h3>- Homem -</h3>
<ul>
<li>Ardor ao urinar.</li>
<li>Corrimento através da uretra.</li>
<li>Extremidade do pénis inchada ou avermelhada.</li>
<li>Dor ou inchaço nos testículos.</li>
<li>Dor e emissão de pus e sangue pelo recto (sexo anal).</li>
<li>Dor de garganta (sexo oral).</li>
</ul>
<h3>- Mulher –</h3>
<ul>
<li>Ardor ao urinar.</li>
<li>Corrimento vaginal purulento (amarelo e espesso).</li>
<li>Relação Sexual dolorosa.</li>
<li>Dor abdominal intensa, perda de sangue pela vagina.</li>
<li>Dor de garganta (sexo oral).</li>
</ul>
<h2>Transmissão</h2>
<p>A forma mais frequente de transmissão é através do contacto sexual. A clamídia pode também ser transmitida ao recém-nascido durante o parto se a mãe estiver infectada.</p>
<h2>Diagnóstico</h2>
<p>Através de análises de sangue (testes serológicos) ou pela observação directa ao microscópio de material colhido das secreções presentes nos locais infectados.</p>
<h2>Tratamento</h2>
<p>&#8220;Como a Chlamydia é uma bactéria sensível a alguns antibióticos, pelo que o tratamento se faz administrando um antibiótico adequado durante um período de sete a dez dias.<br />
Devido à elevada contagiosidade desta infecção deve propor-se também tratamento aos parceiros sexuais das pessoas infectadas.&#8221; [Dra. Ana Ferrão, medicoassistente.com]</p>
<h2>Prevenção</h2>
<p>Adopção de comportamentos sexuais seguros:</p>
<ul>
<li>Evitar múltiplos parceiros sexuais.</li>
<li>Usar preservativo sempre que se pratica sexo, em particular se não se tratar de um relacionamento estável.</li>
</ul>
<p><strong>Este artigo é apresentado com objectivo informativo e não pode ser usado como fonte de aconselhamento médico, substituição de consulta, diagnóstico ou tratamento especializado.</strong></p>
<p><strong>Bibliografia:</strong><br />
-  <a title="Google Health" href="https://health.google.com/health/ref/Chlamydia" target="_blank">Google Health</a><br />
-  <a title="medicoassistente.com" rel="nofollow" href="http://www.medicoassistente.com/modules/smartsection/item.php?itemid=112" target="_blank">Médico assistente online</a> (Dra. Ana Ferrão)</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Herpes Genital &#8211; Doenças Sexualmente Transmissíveis</title>
		<link>http://www.homositius.com/2009/09/19/herpes-genital-doencas-sexualmente-transmissiveis/</link>
		<comments>http://www.homositius.com/2009/09/19/herpes-genital-doencas-sexualmente-transmissiveis/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 19 Sep 2009 20:50:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[DSTs]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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		<description><![CDATA[Herpes Genital O herpes genital é uma doença sexualmente transmissível (DST), causada pelo vírus do herpes simples. Existem dois tipos de vírus do herpes simples, o VHS-1 que geralmente infecta a boca e o VHS-2 que costuma transmitir-se por via sexual. Ambos os tipos podem infectar os órgãos genitais, a pele que rodeia o recto [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img class="pie-img aligncenter" src="http://lh3.ggpht.com/_8t0u2qxbLUI/SrUvnd6gnJI/AAAAAAAAATk/xSY8PJhgtGE/herpes_genital_1.jpg?imgmax=400" alt="herpes_genital_1.jpg" width="400" height="273" /><span id="more-375"></span></p>
<h2>Herpes Genital</h2>
<p>O herpes genital é uma doença sexualmente transmissível (DST), causada pelo vírus do herpes simples. Existem dois tipos de vírus do herpes simples, o VHS-1 que geralmente infecta a boca e o VHS-2 que costuma transmitir-se por via sexual. Ambos os tipos podem infectar os órgãos genitais, a pele que rodeia o recto ou as mãos e podem ser transmitidos a outras partes do corpo como a superfície dos olhos.</p>
<h2>Sintomas</h2>
<p>Os sintomas do primeiro episódio iniciam-se de 4 a 7 dias depois da infecção. Causa dores musculares, ardor localizado à região genital e dor a urinar. A erupção típica tem inicialmente a forma de uma pequena placa avermelhada, seguida de um grupo de bolhas pequenas e dolorosas. Estas rompem-se e fundem-se formando úlceras circulares, dolorosas e que se cobrem de crostas em poucos dias. As úlceras saram em aproximadamente 10 dias. Os gânglios linfáticos da virilha aumentam levemente de tamanho. O primeiro episódio é mais doloroso e prolongado podendo causar febre e mal-estar.</p>
<p>Nas mulheres, aparece na vulva, dentro e fora da vagina e no colo do útero. Nos homens, pode aparecer em qualquer parte do pénis. Quem tem relações sexuais anais pode apresentar as referidas lesões à volta do ânus e no recto.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="pie-img aligncenter" src="http://lh4.ggpht.com/_8t0u2qxbLUI/SrUs9yhzWyI/AAAAAAAAATg/-ZnIoscjphU/herpes_genital.jpg?imgmax=400" alt="herpes_genital.jpg" width="400" height="260" /></p>
<p>Após o primeiro episódio o vírus herpes que se mantém latente no organismo entra periodicamente em actividade causando novos episódios. Há no entanto factores que facilitam a repetição dos episódios como períodos de maior stress, menstruação, cansaço ou quando o organismo se encontra mais debilitado devido a outras infecções.</p>
<h2>Transmissão</h2>
<p>Contacto sexual com um indivíduo infectado, mesmo que este não apresente lesões. “Apesar de ser raro é possível a transmissão pela utilização de toalhas húmidas que tenham estado em contacto com lesões herpéticas. A transmissão do herpes genital ao recém-nascido durante o parto também é possível (…)” [Dra. Ana Ferrão, medicoassistente.com]</p>
<h2>Diagnóstico</h2>
<p>Através de análises de sangue (testes serológicos) ou pela observação directa ao microscópio de material colhido das úlceras.  Para confirmação, enviam-se amostras das mesmas para sua cultura em laboratórios especiais.</p>
<h2>Tratamento</h2>
<p>&#8220;Por enquanto o herpes genital não tem cura. O tratamento que se faz actualmente tem por objectivo reduzir a duração dos surtos e espaçar o seu aparecimento, administrando durante cinco dias um medicamento eficaz contra o vírus (sob a forma de comprimidos nos casos graves ou de pomada para aplicação local nas formas mais ligeiras). Durante os surtos o médico receita ainda medicamentos para higiene local e para alívio das dores; (…) Enquanto houver lesões o doente deve evitar actividade sexual.&#8221; [Dra. Ana Ferrão, medicoassistente.com]</p>
<h2>Prevenção</h2>
<p>Adopção de comportamentos sexuais seguros:</p>
<ul>
<li>Evitar múltiplos parceiros sexuais.</li>
<li>Usar preservativo sempre que se pratica sexo, em particular se não se tratar de um relacionamento estável.</li>
</ul>
<p><strong>Este artigo é apresentado com objectivo informativo e não pode ser usado como fonte de aconselhamento médico, substituição de consulta,</strong><strong> </strong><strong>diagnóstico ou tratamento especializado.</strong><strong> </strong></p>
<p><strong><span style="color: #800080;">Bibliografia:</span></strong><br />
-  <a href="http://www.manualmerck.net/?url=/artigos/%3Fid%3D215%26cn%3D0" target="_blank">Manual Merck</a><br />
-  <a href="http://www.medicoassistente.com/modules/smartsection/item.php?itemid=111" target="_blank" class="broken_link">Médico assistente online</a> (Dra. Ana Ferrão)</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Gonorreia &#8211; Doenças Sexualmente Transmissíveis</title>
		<link>http://www.homositius.com/2009/08/14/gonorreia-doencas-sexualmente-transmissiveis/</link>
		<comments>http://www.homositius.com/2009/08/14/gonorreia-doencas-sexualmente-transmissiveis/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 14 Aug 2009 20:31:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[DSTs]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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		<description><![CDATA[Gonorreia A gonorreia é uma doença sexualmente transmissível (DST), causada por um agente infeccioso chamado Neisseria gonorrhoeae ou gonococo. Esta doença caracteriza-se pela presença de abundante secreção purulenta (com pus) das mucosas que afecta. Sintomas A infecção por gonococos pode atingir todas as mucosas que entrem em contacto com o agente infeccioso, genitais, pele, garganta, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="pie-img" src="http://lh6.ggpht.com/_8t0u2qxbLUI/SoXBLX7b83I/AAAAAAAAANw/r6NDlnrlpfw/gonorreia_imagem.jpg?imgmax=400" alt="gonorreia_imagem.jpg" width="400" height="273" /><span id="more-330"></span></p>
<h2>Gonorreia</h2>
<p>A gonorreia é uma doença sexualmente transmissível (DST), causada por um agente infeccioso chamado <em>Neisseria gonorrhoeae </em>ou gonococo. Esta doença caracteriza-se pela presença de abundante secreção purulenta (com pus) das mucosas que afecta.</p>
<h2>Sintomas</h2>
<p>A infecção por gonococos pode atingir todas as mucosas que entrem em contacto com o agente infeccioso, genitais, pele, garganta, olhos, coração, articulações e o sistema nervoso.</p>
<p>Os sintomas normalmente aparecem 2 a 5 dias após a infecção, no entanto nos homens pode demorar até um mês até que a doença se manifeste.</p>
<h3>- Homem -</h3>
<ul>
<li>Ardor ao urinar.</li>
<li>Necessidade de urinar frequente.</li>
<li>Corrimento purulento (com pus) através da uretra.</li>
<li>Extremidade do pénis inchada ou avermelhada.</li>
<li>Dor ou inchaço nos testículos.</li>
<li>Dor e emissão de pus pelo recto (homossexuais).</li>
<li>Dor de garganta (sexo oral).</li>
</ul>
<p style="text-align: center;"><img class="pie-img aligncenter" src="http://lh3.ggpht.com/_8t0u2qxbLUI/Snb2uWMj-4I/AAAAAAAAAMc/1XzPhB_FofE/gonorreia-penis.jpg?imgmax=400" alt="gonorreia-penis.jpg" width="280" height="259" /></p>
<h3>- Mulher -</h3>
<p>Nas mulheres é mais frequente a gonorreia não causar sintomas durante semanas ou meses, principalmente quando a infecção se localiza no colo do útero. No entanto os sintomas mais frequentes são:</p>
<ul>
<li>Ardor ao urinar.</li>
<li>Necessidade de urinar frequente.</li>
<li>Corrimento vaginal purulento (com pus).</li>
<li>Relação Sexual dolorosa.</li>
<li>Dor abdominal intensa, perda de sangue pela vagina, febre e mal-estar geral (quando a infecção progride por via ascendente atingindo as trompas e os ovários).</li>
<li>Dor de garganta (sexo oral).</li>
</ul>
<p style="text-align: center;"><img class="pie-img aligncenter" src="http://lh6.ggpht.com/_8t0u2qxbLUI/Snb2uUWuCVI/AAAAAAAAAMg/L3jBVmnKoP8/gonorreia-vagina.jpg?imgmax=400" alt="gonorreia-vagina.jpg" width="280" height="259" /></p>
<p>Se a zona infectada entrar em contacto com os olhos, pode verificar-se uma infecção externa (conjuntivite gonocócica), é raro nos adultos, mas pode atingir os recém-nascidos quando passam através da vagina onde existem secreções infectadas.</p>
<h2>Transmissão</h2>
<ul>
<li>Contacto sexual com um indivíduo infectado.</li>
<li>De um local do corpo para outro pelo próprio (auto inoculação).</li>
<li>Parto normal se a mãe estiver infectada.</li>
<li>Contaminação indirecta (artigos de higiene íntima de outra pessoa contaminada).</li>
</ul>
<p><strong> </strong><br />
O risco de transmissão desta doença é superior a 90% e o facto de não haver sintomas não afecta a transmissão da doença.</p>
<h2>Diagnóstico</h2>
<p>Análise do corrimento uretral, vaginal, anal, ou de outras secreções purulentas existentes ao microscópio, onde se identifica o agente infeccioso.</p>
<h2>Tratamento</h2>
<p>“O tratamento da gonorreia faz-se administrando antibióticos adequados durante um período de tempo que varia com o tipo de infecção presente. Hoje é possível tratar a infecção de localização exclusivamente genital (a mais frequente) com uma dose única de antibiótico (…)</p>
<p>No entanto, quando não se faz o tratamento correcto ou quando o diagnóstico é tardio (…) podem surgir complicações graves como aperto da uretra no homem, infertilidade na mulher, úlceras da córnea e problemas cardíacos e neurológicos.” [Dra. Ana Ferrão, medicoassistente.com]</p>
<h2>Prevenção</h2>
<p>Adopção de comportamentos sexuais seguros:</p>
<ul>
<li>Evitar múltiplos parceiros sexuais.</li>
<li>Usar preservativo sempre que se pratica sexo, em particular se não se tratar de um relacionamento estável.</li>
<li>Mulheres em especial as portadoras de um Dispositivo Intra Uterino, devem ser vigiadas regularmente para despiste de infecções silenciosas porque existe o risco de propagação da infecção às trompas e aos ovários.</li>
</ul>
<p><strong> </strong><br />
<strong>Este artigo é apresentado com objectivo informativo e não pode ser usado como fonte de aconselhamento médico, substituição de consulta, diagnóstico ou tratamento especializado.</strong></p>
<p><strong><span style="color: #666699;">Bibliografia:</span></strong><br />
<a href="http://www.manualmerck.net/?url=/artigos/%3Fid%3D215%26cn%3D0" target="_blank">Manual Merck</a>, <a href="http://www.medicoassistente.com/modules/smartsection/item.php?itemid=111" target="_blank" class="broken_link">Médico assistente online</a> (Dra. Ana Ferrão)</p>
<p><strong> </strong></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Sífilis &#8211; Doenças Sexualmente Transmissíveis</title>
		<link>http://www.homositius.com/2009/07/26/sifilis-doencas-sexualmente-transmissiveis/</link>
		<comments>http://www.homositius.com/2009/07/26/sifilis-doencas-sexualmente-transmissiveis/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 26 Jul 2009 20:20:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[DSTs]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[treponema pallidum]]></category>
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		<description><![CDATA[A sífilis é uma doença sexualmente transmissível (DST), causada por um agente infeccioso chamado treponema pallidum. A infecção é normalmente transmitida via sexual, chamada de Sífilis Venérea. No entanto pode também ser transmitida ao feto, através da placenta de uma grávida infectada, neste caso chamada de Sífilis Congénita. Sintomas Os sintomas desta doença dependem do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="pie-img aligncenter" src="http://lh6.ggpht.com/_8t0u2qxbLUI/SoXBPhIW2sI/AAAAAAAAAN0/3wV0xeI90v0/sifilis_imagem.jpg?imgmax=400" alt="sifilis_imagem.jpg" width="400" height="273" /><span id="more-294"></span></p>
<p>A sífilis é uma doença sexualmente transmissível (DST), causada por um agente infeccioso chamado <em>treponema pallidum</em>. A infecção é normalmente transmitida via sexual, chamada de <strong>Sífilis Venérea</strong>. No entanto pode também ser transmitida ao feto, através da placenta de uma grávida infectada, neste caso chamada de <strong>Sífilis Congénita</strong>.</p>
<h2>Sintomas</h2>
<p>Os sintomas desta doença dependem do estado de evolução em que se encontra e normalmente começam a aparecer em média 3 a 4 semanas após o contágio.</p>
<p style="text-align: justify;">
<h3>Sífilis Primária</h3>
<p>Aparece uma pequena ferida com o aspecto de ulceração arredondada de bordos duros, relativamente indolor, no local onde se deu a infecção, geralmente sobre o pénis, vulva ou vagina, mas também pode aparecer no ânus, lábios garganta e mais raramente noutras partes do corpo. Em regra aparece uma única ferida mas por vezes podem ser várias e os gânglios que lhe estão próximos aumentam de volume.</p>
<p>Cerca de 3 a 12 semanas após o seu aparecimento a lesão cura, mesmo sem tratamento.</p>
<p style="text-align: center;"><img style="margin: 10px 10px 10px 10px;" alt="" /><img class="pie-img aligncenter" src="http://lh3.ggpht.com/_8t0u2qxbLUI/Sm3sl3Fm9DI/AAAAAAAAALE/pMv5UhOibrc/sifilis01.jpg?imgmax=400" alt="sifilis01.jpg" width="400" height="320" /></p>
<h3>Sífilis Secundária</h3>
<p>Algumas semanas depois da sífilis primária ter deixado de se manifestar, esta fase inicia-se com uma erupção cutânea constituída por pequenas manchas de cor rosa, na pele do tronco, abdómen, genitais, palmas das mãos e plantas dos pés. Os sintomas nesta fase são do tipo gripal, dores de cabeça e de garganta, febre baixa, aumento dos gânglios em várias regiões do corpo e úlceras na boca.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="pie-img aligncenter" src="http://lh5.ggpht.com/_8t0u2qxbLUI/Sm3snLR_d9I/AAAAAAAAALI/fek7HrRxJF0/sifilis02.jpg?imgmax=400" alt="sifilis02.jpg" width="306" height="226" /></p>
<h3>Sífilis Latente</h3>
<p>Quando a pessoa não foi tratada e recuperou da segunda fase da doença esta entra numa fase que dura anos ou décadas, em que se mantém sem sintomas.</p>
<h3>Sífilis Terciária ou tardia</h3>
<p>Durante esta fase a doença não é contagiosa. Os sintomas são o aparecimento de tumores na pele e nos ossos, problemas cardíacos e neurológicos, com convulsões, paralisia, alterações da marcha, do comportamento e demência.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="pie-img aligncenter" src="http://lh3.ggpht.com/_8t0u2qxbLUI/Sm3sn_9aX9I/AAAAAAAAALM/GelTPzS7KAU/sifilis03.jpg?imgmax=400" alt="sifilis03.jpg" width="400" height="320" /></p>
<p style="text-align: justify;">
<h2>Transmissão</h2>
<ul>
<li>Qualquer forma de contacto sexual (oral, vaginal ou anal) com um indivíduo infectado.</li>
<li>Este agente infeccioso é também capaz de atravessar a pele que tem lesões.</li>
<li>Grávida infectada para o feto por via transplacentária (através da placenta) &#8211; <strong>sífilis congénita</strong>.</li>
</ul>
<p style="text-decoration: underline;">Uma pessoa que tenha sido curada da sífilis não fica imune e pode voltar a ficar infectada.</p>
<p>“(…)actualmente as transfusões de sangue não representam um risco para contrair sífilis, porque os dadores de sangue são sempre testados para esta doença, e ainda porque o <em>treponema pallidum</em> não sobrevive aos métodos de preparação e armazenagem do sangue.” [Dra. Ana Ferrão, medicoassistente.com]</p>
<h2>Diagnóstico</h2>
<p>Através de análises de sangue (testes serológicos) ou pela observação directa do <em>treponema pallidum</em> ao microscópio em material colhido de lesões suspeitas.</p>
<h2>Tratamento</h2>
<p>&#8220;O tratamento da sífilis é fácil, eficaz e barato nas suas fases iniciais. O medicamento utilizado é a penicilina sob a forma injectável em dose única. (…) O tratamento da sífilis tardia também é feito com penicilina, mas a sua duração é mais prolongada.&#8221; [Dra. Ana Ferrão, medicoassistente.com]</p>
<h2>Prevenção</h2>
<p>Adopção de comportamentos sexuais seguros:</p>
<ul>
<li>Evitar múltiplos parceiros sexuais.</li>
<li>Usar preservativo sempre que se pratica sexo, em particular se não se tratar de um relacionamento estável.</li>
<li>A prevenção da sífilis congénita é feita realizando testes de sangue à grávida, para despiste da sífilis durante a gravidez.</li>
</ul>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Este artigo é apresentado com objectivo informativo e não pode ser usado como fonte de aconselhamento médico, substituição de consulta, diagnóstico ou tratamento especializado.</strong></p>
<p><strong><span style="color: #666699;">Bibliografia:</span></strong></p>
<ul>
<li><a href="http://www.manualmerck.net/?url=/artigos/%3Fid%3D215%26cn%3D0" target="_blank">Manual Merck</a></li>
<li><a href="http://www.medicoassistente.com/modules/smartsection/item.php?itemid=110" target="_blank">Médico assistente online</a> (Dra. Ana Ferrão)</li>
<li><a href="https://www.google.com/health/ref/Syphilis" target="_blank">Google Health</a></li>
</ul>
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